Relato de 1924 descreve alfândega inacabada na região de Foz do Iguaçu
Reprodução/100fronteiras.com
Fronteira

Relato de 1924 descreve alfândega inacabada na região de Foz do Iguaçu

Uma reportagem publicada em 5 de novembro de 1924 descreveu uma construção de alfândega abandonada na região hoje conhecida como Tríplice Fronteira. O relato, recuperado pelo 100fronteiras, situava o edifício em uma elevação com vista para o rio Paraná, além da foz do Iguaçu.

Por · 7 de novembro de 2026 às 08:21
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Segundo o 100fronteiras, o jornal curitibano O Dia publicou em 5 de novembro de 1924 a reportagem “Sertões do Iguassu”, na qual repórteres relataram uma visita aos vestígios da antiga colônia militar e à construção de uma alfândega interrompida antes da conclusão, na área da atual Tríplice Fronteira.

O texto descrevia o prédio como amplo e sólido, com janelas de ferro. A armação do telhado estava pronta, mas faltavam as telhas; de acordo com o relato, a obra foi abandonada por falta de verba.

A publicação também recuperou uma informação de 1907. Segundo telegrama reproduzido pelo Diário de Santos, o presidente Affonso Penna havia encaminhado ao ministro da Fazenda, dr. David Campista, uma mensagem sobre a reorganização da mesa de rendas da Foz de Iguassú. O telegrama não registra que a proposta tenha sido lida ou executada.

Outro registro, de 27 de outubro de 1920, transcreveu, em A Rua, uma nota de A República afirmando que a Mesa de Rendas havia sido abandonada e tomada pela vegetação. O texto registra a dúvida sobre se esse prédio e a alfândega de 1924 eram o mesmo ou se eram dois projetos na mesma colina.

A localização exata da construção descrita em 1924 permanece como uma pergunta para quem conhece a margem do rio Paraná, segundo a publicação.

Fonte: 100fronteiras

Matéria produzida com auxílio de inteligência artificial. Como verificamos.

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