

Movimento busca revitalizar Torre do Relógio e reabrir espaço à comunidade em Foz
Voluntários, empresários, moradores e instituições se mobilizam para recuperar a Torre do Relógio, construída por Franz Kohlenberger em 1983. O projeto prevê preservar a memória do monumento e criar condições para visitas de moradores e turistas.
A revitalização da Torre do Relógio, em Foz do Iguaçu, ganhou uma nova articulação com a participação de voluntários, empresários, comunidade, profissionais e instituições ligadas à história de Franz Kohlenberger, pioneiro do turismo na cidade. Atualmente em uma área privada sob gestão do Polo Discernimentum, o local poderá ser preparado para receber moradores e turistas com segurança.
O movimento Amigos do Franz foi fortalecido por um projeto iniciado em dezembro de 2023, quando os voluntários passaram a buscar a participação de pessoas com histórias e experiências relacionadas ao espaço. A articulação também envolveu instituições e personagens ligados ao pioneiro, incluindo a Embaixada da Áustria e integrantes da família Kohlenberger.
Um encontro realizado na quinta-feira (20), no Hotel Bella Italia, reuniu empresários, representantes do poder público, familiares de Franz, integrantes da comunidade, voluntários da Conscienciologia e pessoas com vínculos afetivos ou históricos com ele. Marcelo Valente, CEO da Loumar Turismo e afilhado de Franz, lidera a mobilização para a captação de recursos.
A primeira etapa do projeto prevê a recuperação e a manutenção da estrutura, além da valorização da história de Franz e da instalação de elementos memoriais. A proposta arquitetônica, coordenada voluntariamente pelo arquiteto e urbanista Alexandre Balthazar, busca manter as características originais e atender às necessidades de segurança, acessibilidade e uso do espaço.
A Secretaria Municipal de Turismo manifestou apoio à iniciativa e assumiu o compromisso de encaminhar uma proposta de captação ao Fundo de Desenvolvimento e Promoção Turística do Iguaçu (Fundo Iguaçu), com previsão de aporte inicial para a primeira etapa das obras. Uma segunda fase, ainda em estudo, poderá transformar o local em atrativo turístico com áreas de convivência, serviços e atividades culturais.
Fonte: H2FOZ (Foz do Iguaçu)
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