

Foz amplia soltura de mosquitos com Wolbachia para proteger toda a cidade
A segunda etapa do Método Wolbachia começou em Foz do Iguaçu com a meta de ampliar a área protegida e alcançar cerca de 141 mil moradores. A operação também considera o fluxo de turistas que visitam o município.
A nova fase do Método Wolbachia começou em Foz do Iguaçu com a soltura de mosquitos Aedes aegypti que carregam a bactéria Wolbachia. A estratégia reduz a capacidade de transmissão de vírus como os da dengue, zika e chikungunya.
Durante 26 semanas, de segunda a sexta-feira, três veículos sairão do Horto Municipal para cumprir as rotas definidas pela equipe responsável. A meta é levar a tecnologia às regiões que não foram contempladas na primeira etapa e alcançar toda a cidade.
Os ovos são enviados de Curitiba em cápsulas e levados ao Horto, onde permanecem em recipientes com água por cerca de duas semanas, até os mosquitos chegarem à fase adulta. Depois, eles são transportados aos pontos de soltura. A expectativa é que a presença dos wolbitos aumente geração após geração.
A proteção é considerada relevante também para os visitantes, já que Foz do Iguaçu recebe turistas de diferentes partes do Brasil e do mundo. Ainda não é possível apontar quanto da redução dos casos de dengue pode ser atribuído exclusivamente ao método, que integra outras ações de combate ao mosquito.
Mesmo com a soltura dos wolbitos, os moradores devem continuar eliminando recipientes que acumulem água. O controle dos criadouros permanece necessário para reduzir a proliferação do Aedes aegypti.
Fonte: catve.com
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