Foz amplia método Wolbachia para 28 bairros a partir de 25 de agosto
Reprodução/gdia.com.br
Foz do Iguaçu

Foz amplia método Wolbachia para 28 bairros a partir de 25 de agosto

O CCZ começou a produzir mosquitos com Wolbachia que serão liberados em 28 bairros de Foz do Iguaçu a partir de 25 de agosto. Com a nova etapa, a tecnologia deverá alcançar todo o território do município.

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Por Redação Foz Diário · 15 de agosto de 2026 às 10:26
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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) iniciou a produção dos chamados Wolbitos no Núcleo de Produção Regional, instalado no Horto Municipal. A atividade começou na quinta-feira (13), após a capacitação das equipes responsáveis pela criação dos insetos.

A primeira liberação da nova fase está prevista para 25 de agosto. O cronograma inclui bairros como Centro, Vila Portes, Porto Meira, Morumbi, Jardim Cataratas, Três Fronteiras e Lote Grande, entre outros. Em Morumbi, a aplicação ocorrerá em parte do bairro.

Antes das solturas, as equipes do CCZ realizam visitas às comunidades selecionadas. O trabalho busca explicar o funcionamento da tecnologia, verificar o conhecimento dos moradores e preparar a população para o início da operação.

O método utiliza mosquitos Aedes aegypti que carregam a bactéria Wolbachia. Quando eles se reproduzem com mosquitos que já vivem na região, a bactéria é transmitida aos descendentes, com a expectativa de reduzir, ao longo das gerações, a quantidade de insetos capazes de transmitir dengue e outras arboviroses.

A primeira etapa do método começou em Foz do Iguaçu em 2024 e alcançou aproximadamente metade da cidade. A iniciativa é conduzida pela Fiocruz, com participação do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná e da Itaipu Binacional, enquanto a execução é feita pela Wolbito do Brasil.

Segundo os dados apresentados pelo CCZ, o município tem 35 casos confirmados de dengue e não registrou mortes pela doença. Também há 3.400 casos notificados, que estão sob investigação ou avaliação. “É um período mais tranquilo, mas ainda assim estamos em alerta”, afirmou Renata Defante Lopes, supervisora técnica do CCZ.

Fonte: gdia.com.br

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