Foz do Iguaçu

CCZ orienta tutores sobre prevenção da esporotricose em Foz do Iguaçu

Tutores de gatos em Foz do Iguaçu devem buscar avaliação veterinária diante de feridas que não cicatrizam e evitar o contato direto com lesões. A esporotricose pode ser transmitida de animais para pessoas por arranhões, mordidas ou contato com feridas.

Por · 21 de setembro de 2026 às 14:08
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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Foz do Iguaçu orienta os tutores sobre cuidados para prevenir e controlar a esporotricose, doença provocada por fungos do gênero Sporothrix e que pode afetar animais e seres humanos.

Em maio, o município informou ter registrado 207 casos notificados em animais e 25 em humanos. Gatos com feridas que não cicatrizam, principalmente no rosto, nas orelhas e nas patas, devem ser levados para avaliação veterinária.

Durante o manejo de animais com suspeita ou diagnóstico, a recomendação é evitar o contato direto com as lesões e usar equipamentos de proteção, como luvas. O animal também deve ser mantido separado de outros gatos, seguindo as orientações do médico-veterinário.

O CCZ alerta que gatos doentes não devem ser abandonados, pois essa prática pode contribuir para a disseminação da doença e elevar o risco de transmissão. Em caso de suspeita, os tutores devem procurar atendimento veterinário e comunicar os serviços responsáveis pela vigilância de zoonoses.

Fonte: Diário de Foz

Matéria produzida com auxílio de inteligência artificial. Como verificamos.

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