ASUR assume controle do Aeroporto de Foz do Iguaçu
Reprodução/100fronteiras
Foz do Iguaçu

ASUR assume controle do Aeroporto de Foz do Iguaçu

A mudança altera o controlador do terminal, mas mantém a concessão e as obrigações de investimento firmadas com a Anac. O aeroporto passa a integrar a rede brasileira da companhia mexicana, formada por 17 terminais em nove estados.

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Por Redação Foz Diário · 7 de setembro de 2026 às 10:41
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O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu passou a ter um novo controlador na terça-feira (1º), com a conclusão da compra da plataforma aeroportuária da Motiva, antiga CCR, pelo Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR). A concessão do terminal e os compromissos de investimento permanecem os mesmos.

Segundo a empresa, passageiros, companhias aéreas, operadores logísticos, fornecedores e demais parceiros devem continuar utilizando os canais já conhecidos. Cerca de mil profissionais da plataforma aeroportuária brasileira também permanecem nas operações, mas a ASUR não informou quantos trabalham em Foz do Iguaçu.

O terminal iguaçuense integra o conjunto de 17 aeroportos brasileiros assumidos pela companhia, distribuídos por nove estados e pelas cinco regiões do país. No Paraná, a rede inclui ainda os aeroportos Afonso Pena e Bacacheri, em Curitiba, e o terminal de Londrina.

Em 2025, o Aeroporto de Foz do Iguaçu movimentou mais de 2,2 milhões de passageiros, alta de quase 12% em relação ao ano anterior. No primeiro trimestre de 2026, foram 695 mil passageiros, recorde para o período e volume 20% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2025.

A ASUR informou que os 20 aeroportos comprados movimentaram mais de 48 milhões de passageiros em 2025 e reuniram mais de 200 rotas regulares. Somada à rede que o grupo já administrava, a operação eleva a movimentação anual da companhia para cerca de 120 milhões de passageiros.

A transferência de controle foi aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O valor informado pela ASUR foi de R$ 5,1 bilhões pelo patrimônio da plataforma, enquanto a Motiva comunicou ao mercado que a operação, incluindo a dívida líquida assumida, foi concluída por R$ 12,211 bilhões.

Fonte: 100fronteiras

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