

Aluguel por temporada amplia hospedagem, mas pressiona moradia em Foz
O crescimento das locações de curta duração reforça a capacidade turística de Foz do Iguaçu, mas também aumenta a disputa por imóveis residenciais, segundo levantamento citado pelo 100fronteiras.
Foz do Iguaçu tinha 2.498 anúncios ativos no Airbnb entre novembro de 2024 e outubro de 2025, conforme levantamento da plataforma Airbtics. No período, a ocupação mediana foi de 51% e a diária média ficou em R$ 214.
A multiplicação desses indicadores aponta para uma receita potencial próxima de R$ 97,4 milhões com hospedagens. O valor é uma estimativa de mercado, e não um dado oficial da Prefeitura, da FGV ou do Airbnb.
O movimento ocorre junto com a hotelaria tradicional. Segundo a Secretaria Municipal de Turismo, a ocupação média dos hotéis chegou a 68,5% até outubro de 2025, maior resultado da série acompanhada pelo município. Em pesquisa com visitantes, os hotéis foram escolhidos por 62% dos entrevistados.
De acordo com a publicação, a expansão das locações por plataformas digitais elevou a disputa por imóveis e dificultou, para moradores, encontrar residências para alugar e arcar com os custos mensais. A população projetada pelo Ipardes também aumentou: eram 297.352 habitantes estimados para 2025, contra 299.224 na estimativa para 2026.
Nesse cenário, o texto destaca que a escolha de um imóvel para moradia envolve fatores como qualidade da região, segurança, acesso a serviços, mobilidade e áreas de convivência. A publicação cita o Vita Village II como um empreendimento desenvolvido com a proposta de bairro planejado, voltado à infraestrutura e à conexão com eixos de Foz do Iguaçu.
Fonte: 100fronteiras
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